Jornal Correio da Paraíba - Milenium - 12 de janeiro de 2020

Milenium - Paraíba: Domingo, 12 de janeiro de 2020 / F1

Sekiro: Shadows Die Twice é eleito o Melhor Jogo do Ano de 2019
 premiação do Game Awards foi realizada na noite desta quinta-feira (12), em uma cerimônia recheada de anúncios e, ao menos para algumas pessoas, surpresas, já que Sekiro: Shadows Die Twice, da Activision, foi coroado o melhor jogo do ano de 2019, superando até mesmo o icônico Death Stranding de Hideo Kojima.

Não é para menos: Sekiro foi amplamente elogiado pela crítica especializada e sua recepção pelo público foi uma das maiores do ano. Em nosso review, publicado em março desde ano, o redator e apresentador Wagner Wakka disse:

“Sekiro: Shadows Die Twice, apesar de ter conseguido ampliar o escopo, ainda é um jogo para quem gosta da série Souls. Dito isso, se você é um amante dos jogos dos produtore ligados a Miyazaki, com certeza este será mais um no hall de excelentes títulos para você. A quem sempre foi curioso, mas sempre achou que a série era complexa e demandava demais, pode ser que este game ganhe seu coração por trazer características mais dinâmicas com ação”.

Uma agradável surpresa da noite ficou para Disco Elysium, o RPG policial que a ZA/UM desenvolveu para PC: o jogo conseguiu vencer todas as categorias para as quais foi indicado, abocanhando quatro prêmios enquanto aguardamos o seu lançamento para PlayStation 4 e Xbox One em 2020.

Confira abaixo a lista com todos os vencedores:

Jogo do Ano
Control
Death Stranding
Resident Evil 2
Sekiro: Shadows Die Twice
Super Smash Bros. Ultimate
The Outer Worlds

Melhor Jogo de Ação
Apex Legends
Astral Chain
Call of Duty: Modern Warfare
Devil May Cry 5
Gears 5
Metro Exodus
Melhor Jogo de Ação/Aventura
Borderlands 3
Control
Death Stranding
Resident Evil 2
The Legends of Zelda: Link’s Awakening
Sekiro: Shadows Die Twice
Melhor Direção de Arte
Control
Death Stranding
Gris
Sayonara Wild Hearts
Sekiro: Shadows Die Twice
The Legend of Zelda: Link’s Awakening
Melhor Design de Áudio
Call of Duty: Modern Warfare
Control
Death Stranding
Gears 5
Resident Evil 2
Sekiro: Shadows Die Twice

F2

Cofre Pessoal chega ao OneDrive; veja o que muda e como usar
A Microsoft já tinha falado há alguns meses sobre um recurso que traz camada extra de proteção para o serviço de armazenamento em nuvem OneDrive. E o Cofre Pessoal já começa a dar as caras para muitos usuários em todo o mundo a partir de agora.

A novidade já está disponível na Austrália, Nova Zelândia, Canadá — e aqui no Brasil também.


(Imagem: Reprodução/Claudio Yuge)
Mas o que essa ferramenta faz? Basicamente, ela permite usar a verificação em duas etapas para uma pasta em especial, com acesso via impressão digital ou reconhecimento facial, código PIN ou códigos enviados via e-mail, SMS ou o app Microsoft Authenticator.


(Imagem: Reprodução/Claudio Yuge)
E como uso? Bem, é só abrir o OneDrive na versão integrada com o Windows 10, ou via site, que você já vai ver uma notificação falando sobre o Cofre Pessoal. Quem tem o plano gratuito ou de até 100 GB pode subir até três arquivos. Se precisa mais do que isso, é necessário ter uma conta premium.


(Imagem: Reprodução/Claudio Yuge)
Além de uma autenticação mais elaborada, o Cofre Pessoal permite que você capture as imagens de documentos ou fotos da câmera diretamente do scanner ou do celular direto para a pasta protegida. Ele também conta com um sistema de bloqueio de acesso e compartilhamento após um certo período de inatividade.

Outras novidades
Em mais notícias relacionadas, também há um novo plano disponível, de 200 GB, a partir de US$ 1,99 por mês nos Estados Unidos — ainda não dá para saber se vai chegar por aqui e nem por qual preço. O backup de pastas do PC já vem funcionando há algum tempo para quem tem Windows 10 e está disponível para Windows 7 e 8.


E, para encerrar a rodada, o OneDrive agora suporta um Modo Escuro no iOS 13.

F3

GMIC São Paulo, evento de tecnologia mobile, acontece em 12 de setembro
No dia 12 de setembro, São Paulo será o palco de um dos mais influentes eventos de tecnologia mobile do mundo, o @gmicsaopaulo. Organizado pela GWC, o acontecimento traz palestras com alguns dos maiores especialistas em cultura digital do mundo, falando sobre marketing, desenvolvimento e estratégia para marcas e empresas de todo o Brasil.

A edição 2017 do GMIC São Paulo vai ser realizada no WTC Events Center, no bairro do Brooklin Novo, um dos corações financeiros da capital paulista. É lá que vão acontecer palestras como a de Brendan Kane, growth hacker de algumas das maiores estrelas de Hollywood; Carlos Aranha, gerente de parcerias da Google; e Flávio Elizalde, diretor de negócios digitais da Positivo Tecnologia.

E esses são apenas alguns dos nomes confirmados para um ciclo de palestras que vai se estender ao longo de todo o dia com representantes do varejo, empresas de investimento, marketing, inovação e diversos outros segmentos. Serão apresentações sobre cloud computing, tecnologia vestível, Fintech, inteligência artificial, comércio eletrônico, Big Data, jogos mobile, startups e Internet das Coisas, apenas para citar alguns exemplos.

A expectativa é pela presença de dois mil profissionais de diferentes empresas e marcas, todos compartilhando experiências e insights sobre o mercado digital e suas atuações nesse setor, em busca de corrigir as falhas e reforçar os acertos para continuarem se destacando. E o leitor do Canaltech tem desconto na inscrição. Comprando agora o ingresso utilizando o código GMICSPCANALTECH120920 ou acessando por meio do link direto, o ingresso fica com 20% de desconto e garante acesso às palestras dos maiores players da indústria digital.

O GMIC São Paulo é patrocinado pela Newborn Town e pela Cheetah Mobile em parceria com empresas como Apps FLyer, In Loco Media, Taptica, entre outras. O Canaltech é um dos parceiros de mídia do evento.
Confira todas as informações e não perca:

 Evento: GMIC São Paulo 2017
 Data e hora: 12/09/2017 - 15:00 às 18:00
 Local: WTC Events Center – Av. das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo, São Paulo (SP)
 Entrada: Passes de R$ 200 a R$ 1.800, com desconto de 20% para leitores do Canaltech com o código GMICSPCANALTECH120920
 Informações: (15) 3491-9300

F4

IBM desenvolve nova bateria sem metais pesados e com água do mar

Depois da recentes denúncias de gigantes da tecnologia estarem envolvidos com exploração de trabalho infantil em minas de cobalto na República do Congo, na África, parece que a IBM escutou o zeitgeist — conhecido também como o espírito de sua época — e anunciou na semana passada que trabalha no desenvolvimento de uma nova bateria, que substitui o uso do minério em sua composição. Ela se tornaria uma alternativa às famosas baterias de íons de lítio, muito usadas em smartphones e carros elétricos.


IBM está desenvolvenvendo novo tipo de bateria sem metais pesados (Foto: Divulgação/ IBM)Caption
Em fase de produção, essas baterias da próxima geração estão sendo feitas em parceria com a Mercedes-Benz, a fabricante de baterias Sidus e a Central Glass. A equipe de pesquisadores também conta com um software dotado com Inteligência Artificial (IA) que trabalha identificando materiais mais seguros e melhorando o desempenho das combinações propostas.

Pelos poucos detalhes divulgados, a tecnologia utiliza materiais extraídos da água do mar. Além disso, a bateria mais ecológica da IBM é composta por três materiais proprietários, que até então nunca foram registrados na composição de uma bateria comum. O que se sabe também é que o novo produto é feito sem o uso de metais pesados ​​ou outros minérios de fornecedores com atuação questionável.

Sobre as expectativas do empreendimento revolucionário, "o objetivo seria, dentro de um ano ou mais, ter o primeiro protótipo funcional [da bateria]", afirma Jeff Welser, vice-presidente da IBM Research.

Problemas com as minas de cobalto
O movimento ocorre quando os principais fabricantes de baterias estão lutando para reduzir a quantidade de cobalto usada nos modelos de íon de lítio. Isso porque grande parte dos materiais que compõem essa bateria inclui metais pesados ​​como níquel e o já citado cobalto, apresentando grandes riscos ambientais e humanitários.


Exploração de minas de cobalto na África são denunciadas por trabalho infantil (Fota: Federico Scoppa/AFP/Getty Images)Caption
O cobalto, por exemplo, é encontrado em maior quantidade na África Central, mas lá é alvo de críticas por suas práticas de extração. Entre as denúncias da sua produção, inclui o fato do minério ser extraído por menores de idade, em péssimas condições de trabalho. Nessa situação, a Apple, o Google, a Dell, a Microsoft e a Tesla são réus em uma ação judicial, movida pela International Rights Advocates, por suposto trabalho infantil na República Democrática do Congo.

Entra também uma nova questão: a popularização de veículos elétricos, que deve elevar o consumo do cobalto a níveis não pensados anteriormente. Nesse ponto, as empresas de tecnologia já devem procurar um substituo para evitar a escassez do produto base de suas baterias.

Possibilidades da nova bateria
Segundo os pesquisadores da IBM, a criação traz inúmeras vantagens no seu potencial de desempenho. Por exemplo, nos testes iniciais, provou que pode superar a capacidade das baterias de íon de lítio em algumas categorias individualmente, como em custos menores, tempo de carregamento mais rápido e maior densidade de potência e energia.

Os experimentos também revelam alta eficiência energética e baixa inflamabilidade. Além disso, os experimentos já mostram que são necessários menos de cinco minutos para que a bateria — quando configurada para alta potência — atinja uma carga de 80%.

Isso faz do experimento especialmente importante quando se pensa em veículos elétricos, onde preocupações com materiais inflamáveis, custos e tempo de carregamento são essenciais para os consumidores.

Caso a IBM obtenha bons resultados, veículos elétricos de carregamento rápido e baixo custo podem se tornar uma nova realidade, junto de suas baterias menos tóxicas.

F5

Na mosca: usado na frequência exata, ultrassom pode ser a arma contra o câncer

Não é de hoje que o campo das pesquisas em área da saúde explora o ultrassom e suas diversas aplicabilidades. E em determinados tratamentos, médicos já utilizam o ultrassom de alta intensidade para combaterem tumores, sem a necessidade de cirurgias. No entanto, essa técnica pode danificar tanto as células cancerígenas quanto as células saudáveis, por conta da amplitude do feixe ultrassônico, que não pode ser bem controlada.

A maioria das formas de terapias baseadas em ultrassom usa feixes de alta intensidade para atacar as células, com ajuda dos agentes de contraste que são injetados no paciente, antes da ultrassonografia. Nesses casos, essa terapia pode quebrar um grande número de células próximas ao alvo, que pode ser um tumor, por exemplo. E o calor dos feixes pode danificar tanto as células saudáveis quanto as comprometidas, gerando um prognóstico nem sempre favorável.

Agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e do Instituto de Pesquisa Beckman, ambos nos Estados Unidos, desenvolveram um novo tratamento com um ultrassom de baixa intensidade que, se tiver o feixe calibrado nas frequências corretas, ataca as propriedades físicas e estruturais exclusivas de células cancerígenas, de forma muito mais seletiva e segura. 

Reduzindo a intensidade e sintonizando cuidadosamente a frequência para corresponder às células-alvo, os cientistas norte-americanos conseguem separar vários tipos de células cancerígenas, isso sem prejudicar as células sanguíneas saudáveis ao redor.


Células cancerígenas podem ser eliminadas com ultrassons de baixa frequência (Foto: Reprodução/ Cancer Center)
Implicações
Publicada na Applied Physics Letters, a descoberta é um novo passo em campo recente da medicina, conhecido como oncotripsia, que é o estudo e a identificação de células cancerígenas com base em suas propriedades físicas, ou seja, suas características.

"Este projeto mostra que o ultrassom pode ser usado para atingir células cancerígenas com base em suas propriedades mecânicas", explica o pesquisador David Mittelstein, principal autor do artigo. "Esta é uma emocionante prova de conceito para um novo tipo de terapia contra o câncer que não exige que o tumor tenha marcadores moleculares exclusivos ou que seja localizado separadamente das células saudáveis ​​para que o feixe seja direcionado", conclui o cientista.

Como funciona?
Com base na ideia de que as células são vulneráveis ​​ao ultrassom em frequências específicas — tal como um cantor treinado pode quebrar um copo cantando uma nota específica —, a equipe pesquisa, agora, testa as frequências em que o ultrassom de baixa intensidade pode afetar, somente, as células cancerígenas para que se rompam.

"Apenas ajustando a frequência da estimulação, vimos uma diferença dramática na reação do câncer e das células saudáveis", disse Mittelstein. "Ainda há muitas questões a serem investigadas sobre o mecanismo preciso, mas nossas descobertas são muito encorajadoras", comenta o especialista.

Os pesquisadores esperam que esse trabalho abra novos caminhos para o tratamento de cânceres que poderão ser usados, em combinação, com quimioterapia, imunoterapia, radiação e cirurgia.

F6

MarsCat | Empresa de robótica cria gato-robô para fazer companhia em casa
Depois do cachorro-robô Aibo, da Sony, chegou a hora de uma opção para quem prefere os gatinhos: o MarsCat. Criado pela empresa Elephant Robotics, o robô-gato não tem nada de realista e é bem caricato. O projeto ainda está em desenvolvimento pela companhia, que está treinando o bichano para agir como um verdadeiro felino, seja aceitando carinho e se espreguiçando ou se divertindo com brinquedos.

De acordo com a Elephant Robotics, o MarsCat pode ter a sua personalidade moldada de acordo com a interação feita pelo dono. Se a pessoa conversar bastante com ele, por exemplo, o gato vai miar como resposta com frequência.

Imagem: Reprodução/Elephant Robotics
Além disso, o robô é capaz de reconhecer 20 palavras-chave, respondendo a comandos que não precisam ser muito específicos, como "vem" em vez de falar "vem aqui". Caso o usuário deseje, pode fazer a programação do MarsCat utilizando uma API do seu sistema Raspberry Pi. Até o momento, no entanto, não há um lugar em que desenvolvedores possam compartilhar suas ações.

O MarsCat ainda está no Kickstarter aguardando o financiamento necessário para que saia do papel, e interessados podem adquiri-lo por US$ 649 para as 100 primeiras unidades. A previsão de entrega para compradores iniciais é março de 2020, e quem adquirir depois deve receber mais no final do ano.

Após as compras iniciais, o robô deve custar cerca de US$ 1.299, sendo bem mais barato que o robô-cachorro Aibo, que custa US$ 2,899.99. Veja o gatinho em ação:

O gato-robô MarsCat está disponível nas cores branco, cinza, "ginger" e preto, e eles contam com seis sensores capacitivos, Raspberry Pi e câmera de 5MP. A Elephant Robotics entrega para todo o mundo.

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