Jornal Correio da Paraíba - Turismo - 5 de janeiro de 2020

Turismo - Paraíba: Domingo, 5 de janeiro de 2020 / E9

Lagoa de Jacumã – o que você precisa saber sobre o paraíso potiguar
Informações básicas sobre a Lagoa de Jacumã, no Rio Grande do Norte, onde fica e como chegar até lá.

“Andaime para flechar peixe”, “estaca à qual a canoa é atada enquanto se pesca”… estes são os significados, na língua Tupi, para Jacumã. E por que saber a etimologia de uma palavra no idioma indígena? Para falar da Lagoa de Jacumã, o paraíso potiguar famoso pelo esquibunda, aerobunda e banhos tranquilos em família.

A Lagoa de Jacumã, assim como outras praias do Rio Grande do Norte, chama a atenção por suas paisagens. A proximidade da capital, Natal, torna a região perfeita para um passeio bate e volta, tanto para turistas quanto para os próprios natalenses. Excelente para banho, oferece estrutura perfeita para passar um dia tranquilo e relaxante.

Onde fica a Lagoa de Jacumã?
Mapa: Onde fica a Lagoa de Jacumã (RN)
Mapa: Onde fica a Lagoa de Jacumã
A Lagoa de Jacumã está localizada na cidade de Ceará Mirim, a 35km de Natal. E como chegar à Lagoa de Jacumã? A maior parte dos turistas sai da Praia de Ponta Negra, na capital, de onde segue pela Via Costeira até cruzar a Ponte Newton Navarro. Depois, basta pegar a BR-101 até a RN-160.

Três quilômetros depois, o viajante sai da estrada e vira à direita em uma rua sem asfalto, ponto que requer alguma atenção. Por fim, siga reto até um portal e vire à esquerda. A partir daí, é só ir seguindo as placas até avistar as primeiras barraquinhas da Lagoa de Jacumã. O trajeto tem o tempo total estimado de uma hora.

Sobre a Lagoa de Jacumã
O cenário predominante deste bracinho de mar chamado Lagoa de Jacumã são as dunas rodeadas por belos coqueirais. Para chegar até lá, o turista pode tanto contratar um passeio direto quanto um passeio de buggy para o litoral norte. Esta, inclusive, é uma excelente opção, tendo em vista o trajeto passando por várias praias até a chegada.



Lagoa de Jacumã (RN): Passeio de Buggy
O passeio de buggy é uma opção muito usada para os turistas chegarem à Lagoa de Jacumã
A Lagoa é conhecida por duas atrações que acabaram virando patrimônio turístico do Rio Grande do Norte: o esquibunda e o aerobunda. O primeiro consiste em descer a duna gigantesca em uma lona ou prancha até chegar ao rio. O aerobunda, por sua vez, é a descida em uma espécie de tirolesa que deságua, também, na lagoa.

O que fazer na Lagoa de Jacumã (RN): Aerobunda
Aerobunda na Lagoa de Jacumã
É importante chamar a atenção para o fato de que ambos são feitos após subir as dunas do município, feito impossível de realizar a pé. Nenhum atleta com todo o preparo físico possível consegue subir se não for de buggy. O automóvel pode ser contratado nas diversas empresas especializadas.

Ainda, existem dois locais para a prática do esquibunda. Um deles é o Skybunda do Cícero, no meio das dunas. O outro é o Complexo Santa Mônica, com acesso pela estrada que liga as praias de Jacumã e Muriú. Lá, o viajante ainda encontra estrutura completa com bar, piscina com água corrente e toboágua.

O que fazer na Lagoa de Jacumã (RN): Esquibunda
Dunas para a prática do esquibunda
Mas, se sua intenção for apenas lagartear sob o sol e conhecer a lagoa, o acesso é mais simples. Porém, é interessante destacar que o passeio de dia inteiro é longo, durando de seis a oito horas. Portanto, não é muito indicado para crianças pequenas, E como é  infraestrutura local?

Barracas na Lagoa de Jacumã (RN)
Barracas na lagoa
A hospedagem na região não é muito variada, até pela presença de muitas casas de veraneio. No entanto, o visitante encontra boas opções para alimentação, em sua maioria, petiscos. Se quiser completar a viagem, também pode seguir até as praias de Porto Mirim, famosa por seus coqueirais, e Muriú, cheinha de barracas beira-mar.

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Esquiadores dão dicas para economizar nesta temporada de neve nos EUA; confira
Praticantes de esqui dão dicas sobre como não gastar tanto na temporada de neve dos Estados Unidos; uma das recomendações é levar pouca bagagem

Se você gosta ou pensa em esquiar, saiba que essa prática custa caro. De acordo com o site de reservas Hipmunk , o preço médio para obter duas diárias numa cidade popular como Vail, no Colorado, fica entre US$ 1.700 e US$ 2.200. Aqui, você saberá algumas dicas sobre como economizar nesta temporada de neve nos EUA.

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Prática do esqui.
Reprodução/Shutterstock
Prática do esqui

Antes de qualquer coisa, para quem quer economizar, o é ideal: alugar resorts menores, comprar os ingressos para os teleféricos com antecedência e escolher o mês de janeiro para viajar. A antecedência na compra pode render uma economia média de 30%, segundo a Liftopia e, geralmente, o menor preço das passagens aéreas concentra-se no primeiro mês do ano.


Veja os principais conselhos dos esquiadores para economizar nessa época nos EUA:

1. Levar pouca coisa
A dica que o competidor Shane Serrano dá é levar só o necessário. Ele conta que, quando viaja, tem que fazer o check-in do seu snowboard, mas que aproveita para encher a mala até o limite de peso. Fazendo isso, ele economiza com as taxas, não precisando despachar mais bagagem.
Outra recomendação é investir nos tecidos finos de alta tecnologia, que aquecem sem fazer volume.
2. Ficar em algum lugar afastado e usar o transporte público
As tarifas dos hotéis próximos às montanhas costumam ser muito caras. Por isso, uma alternativa é se hospedar fora da cidade e utilizar o transporte público.
Uma opção por exemplo é ficar em Salt Lake City. Durante a Semana do Presidente em fevereiro desse ano, o Homewood Suits, que fica nessa cidade, cobrava US$ 68 pela diária de um quarto em que caberiam quatro pessoas. Esses tipos de resorts ficam cerca de 50 km a leste.

Quanto ao transporte público, uma passagem do ônibus sazonal da Autoridade de Trânsito de Utah custa US$ 4,50 e atende oito áreas de ski, incluindo Snowbasin Resort e Alta Ski Area.
3. Alugar equipamentos longe das pistas
Tudo bem que alugar os equipamentos nos resorts de esquis é mais fácil e conveniente. Mas se você quer economizar, a ideia é alugá-los nas lojas da cidade mesmo, que geralmente fazem pechinchas.
Nick Como, de 40 anos e residente de Salt Lake City, afirma: "Se você vem de fora da cidade, use as lojas de aluguel em Salt Lake City. O equipamento básico é bom para iniciantes e intermediários." Ele acrescenta que quando sua esposa ainda estava aprendendo o esporte, eles conseguiram um aluguel de pouco mais de US$ 100 para toda a temporada.
Serviços de entrega de equipamentos também têm se tornado cada vez mais comuns e apresentam boas taxas. Nick disse que fez um orçamento para três dias de aluguel de equipamento que seria entregue em um hotel no início de janeiro, em South Lake Tahoe, na Califórnia, que ficou a partir de US$ 39 no site skibutlers.com.
4. Comprar um ingresso para meio dia
Se a sua ideia não é esquiar durante sete horas, não há necessidade de comprar o ingresso para um dia inteiro. Um bilhete teleférico de meio dia garante três a quatro horas de esqui e custa menos.
Frequentador dos resorts menores do Colorado, Rappold alerta: "Mesmo nos meus melhores dias, raramente esquio das nove às quatro".

Ele diz que no resort Wolf Creek Ski Area, os bilhetes de dia inteiro custam US$ 76 e os de meio dia custam US $ 60. Já no Monarch Mountain, os preços são de US$ 94 por um dia, US$ 72 por meio dia e US$ 38 das 14h às 16h.
5. Fazer por merecer a descida
Evitando as filas dos teleféricos, muitos fãs de esqui sobem as montanhas para descê-las esquiando. A maioria das áreas dessa prática é gratuita, mas algumas delas cobram uma taxa mínima.

Os que sobem a montanha a pé dizem que estão "fazendo por merecer a descida" e dizem se tratar de um exercício barato e intenso. "Não é preciso todo o planejamento e a preocupação com avalanches como no esqui backcountry tradicional, porque é no resort", segundo Caroline Tory, 29 anos, de Aspen.

Obs.: os esquis e as botas são diferentes do padrão para a descida, por isso deve-se ser específico na hora de alugá-los.
6. Comprar e preparar sua comida
Como as refeições na montanha são muito caras, o conselho é levar seu próprio almoço. Susan Medville, de 46 anos e moradora de Pemberton, diz que ela e sua família sempre levam algum petisco. Pizzas ou wraps de amendoim e geleia são algumas das opções, que eles costumam comprar na Peak 2 Peak Gondola entre as montanhas Whistler e Blackcomb.

Já Serrano, que é snowboarder, diz que ao viajar, sua primeira parada é o supermercado local.  "Faço questão de experimentar um restaurante quando viajo, mas preparar suas refeições e trazer seu próprio almoço todos os dias é uma grande economia."
Ben Moisen, de 26 anos, que é esquiador, fotógrafo e cinegrafista, também aconselha comprar bebidas. "As garrafinhas de bolso quebram um galho e podem ser enchidas com qualquer bebida barata para manter você aquecido".
7. Vasculhar lojas de artigos usados
Alguns revendedores online como GearTrade ou SidelineSwap podem ser ótimas opções para quem quer roupas de inverno a preços bons. Nas cidades de esqui, como Aspen, por exemplo, também há lojas de artigos usados. Exemplo disso são a Replay Sports e a Susie's Limited Consignments, que muitas vezes oferecem artigos de qualidade.
O Re-Use-It Center também pode servir para os que querem adquirir bastões de esqui a preços melhores. Segundo esquiadores da região, o estado deles não importa muito para a prática.

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Costa Cruzeiros lança promoção para a temporada 2020/21 na América do Sul
As promoções valem até o dia 26 de janeiro de 2020 nas categorias Basic e Comfort Premium; cabine com varanda sai pelo preço de uma externa

A companhia marítima italiana Costa Cruzeiros lançou uma campanha promocional para a temporada de 2020/2021. Três navios estão inclusos na promoção: Costa Luminosa, Costa Fascinosa e Costa Pacifica. Fique atento ao prazo: a campanha é válida para reservas feitas até o dia 26 de janeiro de 2020.

Um dos destaques é a possibilidade de reservar uma cabine com varanda pelo preço de uma cabine externa, nos três navios mencionados. As categorias válidas para a promoção são a Basic e a Comfort Premium, com exceção dos cruzeiros de Réveillon e as travessias transatlânticas.


Para os que preferirem a reserva na categoria Comfort Premium, os benefícios são maiores: 250Mb de internet wifi para utilizar durante toda a viagem. Esse bônus vale por um pouco mais de tempo: até o dia 31 de março de 2020.

Os pacotes da Costa Cruzeiros podem ser adquiridos em reais, em 10x sem juros no cartão de crédito. Para obter um ingresso, deve-se acessar o site www.costacruzeiros.com.br ou o portal Costa Extra (www.costaextra.com.br), especificamente para agências de viagens.

Sobre os roteiros
Os três navios terão roteiros de Ano Novo. Eles viajarão por várias paisagens brasileiras, passando ainda por Buenos Aires, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai.

Estreante de uma temporada completa na América do Sul, o navio  Costa Luminosa  será dedicado à região do Rio da Prata, com embarques partindo de Santos e Itajaí. Minicruzeiros de três ou quatro noites também estão incluídos na programação, esses até março de 2021.

O  Costa Fascinosa  seguirá para o nordeste brasileiro, dando conta das cidades de Búzios, Ilha Grande, Ilhabela, Ubatuba, Balneário Camboriú, Porto Belo, Ilhéus e Salvador. Para os hóspedes do nordeste, a capital baiana será uma opção de porto de embarque. Os embarques regulares saem do porto de Santos.

Piscina do Costa Fascinosa

O imponente navio receberá também a segunda edição consecutiva do cruzeiro de Páscoa pela região do Prata. O embarque está previsto para o dia 31 de março de 2021, saindo de Santos e com uma duração de oito noites.

Buenos Aires e Montevidéu fazem parte dos principais roteiros do Costa Pacífica . Com duração de sete e oito noites, sairão do Rio de Janeiro, passando por Ilhabela, Búzios e Ilha Grande.

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