Jornal Correio da Paraíba - Veículos - 12 de janeiro de 2020

Veículos - Paraíba: Domingo, 12 de janeiro de 2020 / I1

Romi-Isetta elétrico do século 21 vai ser lançado no fim do mês
Empresa alemã Artega mostra modelo chamado Karo-Isetta que terá as primeiras unidades entregues em abril. Saiba mais detalhes da novidade

Os carros elétricos vão invadindo a Europa com rapidez cada vez maior. E entre as novidades aparecem até modelos de estilo retrô, como o Artega Karo-Isetta, com desenho inspirado no clássico Romi-Isetta dos anos 50 e que deverá ser lançado no fim do mês, com as primeiras unidades entregues em abril.

A fabricante vai oferecer duas versões, seis opções de pintura e dois tipos de acabamento no interior, de tecido ou couro. De acordo com o que foi divulgado até agora, a autonomia do Romi-Isetta do futuro é de bons 200 quilômetros com baterias de ions de lítio. Além disso, sabe-se que a novidade pesa 200 kg, tem estrutura de aço e pode atingir 90 km/h.

No mercado alemão, o Karo-Isetta vai custar o equivalente a US$ 20.100 na versão de lançamento, com produção limitada. Os interessados terão que pagar um adiantamento de US$ 2.800 pelo carro, que apesar da pegada retrô vem com faróis de LED com piscas integrados.

O Karo-Isetta foi reconhecido como successor do modelo clássico Romi-Isetta dos anos 50, criado pelo designer Ermenegildo Preti ,  junto com Perluigi Raggi. Outra empresa também irá lançar um modelo conhecido como Microlino e ambos serão vendidos no mercado europeu.

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Projeção mostra como deverá ficar a nova geração do Hyundai Tucson
SUV terá linhas inspiradas nas do protótipo Vision T Concept, mostrado no Salão de Los Angeles (EUA). Lançamento está previsto para o final de 2020

Quem já viu como ficou a nova geração do Creta e ficou espantado com a mudança radical no visual do SUV compacto também deverá arregalar os olhos quando conhecer o novo Hyundai Tucson. Mas o SUV médio vai causar uma melhor impressão, pelo menos se o carro seguir mesmo as linhas do protótipo Vision T Concept, que foi mostrado no Salão de Los Angeles (EUA) até o último dia 2.

Aproveitando a informação de que o novo Hyundai Tucson irá seguir as linhas do modelo conceitual, o designer  Aksyonov Nikita fez uma projeção que revela como pode ficar a nova geração do SUV que teve todas as gerações vendidas no Brasil, onde o novo modelo certamente será vendido, embora ainda não exista uma data certa para ser lançado por aqui. Provavelmente, deverá ficar para 2021.

A imagem mostra que a ampla grade frontal dianteira será um dos elementos estéticos do carro que mais vão chamar atenção. O aspecto mais arrojado do Hyundai Tucson será outra característica marcante, bem como os vincos espalhados pela carroceria e a silhueta que lembra a de um cupê, tendência no terreno do design que começou com os sedãs e agora passa a ser aplicada nos utilitários esportivos .

Hyundai Vision T Concept
Hyundai Vision T Concept é a versão conceitual do novo Tucson que será lançado no segundo semestre de 2020


De fato, a versão de produção do novo Hyundai Tucson deverá ficar parecida com a conceitual. Exceto por detalhes como as câmeras no lugar dos retrovisores, além de alguns outros exageros que costumam aparecer nos protótipos, não deverá haver muitas diferenças entre o protótipo e o SUV que será feito em série.

No conjunto mecânico, pelo menos em algumas mercados, também deverão ser adotadas novidades. Uma delas recai sobre a versão turbinada do motor 2.5, que funciona com câmbio automátco, de oito marchas. Na Europa, o novo Hyundai Tucson tem boas chances de passar a ser oferecido em uma versão híbrida. O lançamento está previsto para o segundo semestre de 2020.
Hyundai Vision T Concept
Assim como o protótipo, o novo Hyundai Tucson deverá ter linhas arrojadas, inclusive na parte traseira

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VW mostra novo teaser de bugue elétrico que estará no Salão de Genebra
Protótipo conta com a nova plataforma MEB, que será usada na nova família de modelos da marca alemã

A Volkswagen mostra outro teaser do bugue elétrico conceitual que será mostrado no próximo Salão de Genebra (Suíça), entre os dias 7 e 17 de março. Embora pareça que um carro desse tipo dificilmente pode vir a ser produzido em série, o fato é que a fabricante ainda não descartou a possibilidade de lançá-lo em algum momento.


A releitura do tradicional bugue Meyers Manx ainda não tem nome e foi fabricado com a nova base MEB que será usada na nova família de elétricos da Volkswagen. O primeiro integrante será o hatch compacto Neo, cujo lançamento está marcado para o segundo semestre, depois do Salão de Genebra .

Os designers da Volkswagen se esforçaram para não criarem uma versão com aspecto retrô do bugue Manx, que representa um modelo icônico, vibrante, perfeito para promover os novos modelos elétricos que estão para serem lancados pela marca alemã a partir da segunda metade do ano.

Vokswagen depois do Salão de Genebra
Depois do Salão de Genebra (Suíça), a Volkswagen deverá focar no lançamento do novo hatch elétrico em Frankfurt

A Volkswagen aposta alto em uma nova família de carros. Haverá SUVs, sedã medio, hatch e a nova Kombi. A chegada de novos modelos do gênero, entre outros motivos, tem sido motivada pelos incentivos fiscais para modelos elétricos na Europa, onde os carros movidos a combustão tendem a desaparecer gradativamente.

Por enquanto, do que se sabe das especificações técnicas do hatch elétrico Neo, está a autonomia de cerca de 330 quilômetros na versão mais simples, com baterias de 48 kWh. Também haverá outras versões, que serão capazes de rodar cerca de 480 quilômetros. Portanto, o modelo mais em conta da VW irá ser equivalente aos rivais Nissan Leaf e Renault Zoe.

O VW I.D conceitual vem com motor de 170 cv e 30,6 kgfm de torque. E a versão que será produzida em série deverá contar com sistema capaz de ter as baterias recarregadas rapidamente em estações de alta voltagem. Entre outras características, itens como o capô de altura mais elevada que a do protótipo está relacionado com a proteção de pedestres. Além disso, chamam atenção detalhes como a pequena janela atrás da coluna dianteira e poucos vincos na carroceria.

Algumas das tecnologias adotadas no VW I.D virão da oitava geração do Golf, que está prestes a chegar ao mercado europeu, uma vez que já foi flagrado em testes quase sem nenhum disfarce. Entre as quais, deverão estar incluído o Head Up Display (HUD), nova central multimídia. Nos resta aguardar pelo novo bugue do Salão de Genebra para entender mais sobre a nova plataforma de carros elétricos da VW.

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Nova linha Countryman e Clubman JCW é punk rock britânico puro
Clubman é o mais ágil entre os John Cooper Works, mas o SUV Countryman será o protagonista no Brasil; confira as impressões ao volante da dupla

Os crossovers deixam o mundo cada vez mais chato, mas alguns acabam se destacando. É o caso do novo Mini Countryman JCW, que pudemos acelerar durante o seu lançamento no Autódromo Fazenda Capuava, em Indaiatuba (SP). De acordo com a marca, 14% das vendas da Mini no Brasil serão da nova linha John Cooper Works, que compreende quatro modelos: Cooper, Cabrio, Countryman e Clubman.

Você ainda poderá adquirir os três primeiros em suas versões convencionais ou S, mas o Clubman será oferecido exclusivamente na linha JCW . Pela demanda dos modelos maiores, sabemos que o Countryman ainda será o best-seller.

Isso porque o Clubman está mais próximo do Cooper convencional, portanto, é muito mais rígido para o asfalto castigado das grandes cidades. Se você acha que entender o Brexit é difícil, com certeza não tentou andar de Mini JCW nas ruas esburacadas de São Paulo.


Pop Punk
Cada jornalista teria direito a três voltas com os novos modelos da linha Cooper Works, mas acabei focando mais no Countryman. Ainda que não seja fã de SUVs, a ideia de um crossover esportivo anima qualquer entusiasta. Os modelos da Mini são carismáticos e trazem aquela personalidade única que o pessoal do marketing gosta de chamar de “ go kart feeling ”.

A Mini seguiu uma receita de bolo muito simples para um carro mais roots . Apesar de toda a vaidade no interior - com costuras vermelhas e detalhes especiais fazendo referência à versão - os bancos esportivos não trazem regulagens elétricas; algo que seria imperdoável em qualquer outro SUV, mas que acrescenta charme ao inglês.

Os botões inspirados nos comandos dos aviões, o cluster redondinho e a central multimídia envolvida por um filete de LED colorido deixam o habitáculo ainda mais descolado. O Countryman também é um dos poucos carros do Brasil que conectam o Apple CarPlay via wi-fi, eliminando a necessidade de um cabo.

New Wave
Mini Countryman JCW
Mesmo com a suspensão elevada, o crossover Countryman JCW mais parece um hatch esportivo
O clima quente e abafado intensificou as chances de chuva na Fazenda Capuava, mas isso não seria um problema com os novos Countryman e Clubman. Enquanto a tração do Cooper (e consequentemente, do Cabrio) é dianteira, os irmãos maiores contam com sistema integral ALL4 com direcionamento inteligente de torque.

De acordo com a marca, 80% da potência vai para a dianteira e os outros 20% para a traseira, sendo que a distribuição pode chegar a 50/50 em uma curva mais desafiadora. No modo esportivo, a compressão do amortecedor ganha arranjo ainda mais rígido; perfeito para um autódromo travado.

Isso ficou bem claro logo na primeira curva, onde a carroceria do Countryman nem parece torcer muito durante a tangência. Com acerto mais próximo ao Mini convencional, o Clubman é mais “preso” ao chão. A direção da dupla é bem direta, passando total segurança para aqueles que curtem abusar um pouco mais. Nem parece que a suspensão do crossover é mais elevada.

Passando o seletor para o modo esportivo, o eco do motor invade a cabine pelos alto-falantes da Harman/Kardon. O som encorpado do 2.0 turbo de 306 cv de potência e 45,9 kgfm entre 1.750 e 4.500 giros entoa uma música pesada do Sex Pistols, atiçando o motorista a pisar mais fundo. De acordo com a Mini, o crossover pode atingir 100 km/h em 5,1 segundos.

God Save the Queen
Divulgação
O interior da linha Mini John Cooper Works traz adereços esportivos no acabamento
Após percorrer o autódromo e vencer suas curvas com certa facilidade, chego à reta principal. A sola do meu All-Star afunda o acelerador até o limite e o Countryman dispara com a velocidade de um foguete. Bastou uma volta para esquecer que estou em um SUV.

Na prática, este 2.0 turbo é o mesmo de outros modelos do Grupo BMW , como X1, X2 e o Série 3. Para o Mini, a turbina ficou maior, o sistema de exaustão é de 91 mm e pistão e virabrequim foram forjados. Na reta principal, também sinto que o câmbio automático de oito velocidades dá um leve solavanco durante as trocas - algo mais perceptível no Clubman.

Se você tiver um bom convênio para tratar a hérnia de disco, o Clubman (R$ 219.990) é a pedida mais esportiva - além de ser o Mini mais veloz do mundo, acelerando de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Mas acho que ficaria com o Countryman (R$ 239.990), mais simpático para a família e para o uso urbano, além de ser muito divertido ao volante.
Ficha Técnica

Preço:   R$ 219.990 (Clubman JCW ) e R$ 239.990 (Coutryman JCW)

 Motor: 2.0, quatro cilindros, turbo, gasolina

Potência: 306 cv a 5.000 rpm (Clubman JCW)

Torque: 45,9 kgfm a 1.750 rpm (Clubman JCW)

Transmissão:  Câmbio automático, seis marchas, tração integral

Suspensão:Independente (dianteira) e multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Pneus: 225/45 R19 e 225/40R 18 no Clubman JCW

Dimensões: 4,30 m (comprimento) / 1,82 m (largura) / 1,56 m (altura), 2,67 m (entre-eixos) e no Clubman JCW:  4,27 metros/ 1,80 m/1,44 m/ 2,67

Tanque : 51 litros e 48 litros no Clubman JCW

Porta-malas: 450 litros  e 360 litros no Clubman JCW

0 a 100 km/h: 6,5 segundos  e 4,9 s no Clubman JCW

Vel. Max: 234 km/h  e 250 km/h no Clubman JCW

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Chevrolet Onix Premier:  rodamos mais de 1.300 kms com a versão topo de linha
Hatch compacto mostra claros sinais de evolução para manter a liderança nas vendas, mas existem detalhes que ainda podem melhorar

Rodar mais de 1.300 quilômetros tanto na cidade quanto na estrada com o novo Chevrolet Onix rendeu uma série de conclusões sobre a segunda geração do carro mais vendido do Brasil. A primeira delas é que o hatch ficou com aspecto mais arrojado. Não foi apenas um frentista que elogiou a novidade nas vezes que tivemos que abastecer a versão topo de linha, cujo preço sugerido parte de R$ 69.990.

"Ficou bonito o novo Onix", disse um colega enquanto digitava na bomba de combustível."Esse não é o primeiro carro desse que aparece aqui hoje, ficou parecido com o Cruze hatch", comentaram em outro posto. Pelo visto, o visual do GM deve ter agradado. De fato, as lanternas traseiras lembram mesmo as do Cruze de dois volumes da primeira geração. E o aspecto geral do carro condiz com a dose (bem) maior de sofisticação adotada.

Na frente, há luzes diurnas de LED embutidas nas extremidades do para-choque. Além disso, a linha de cintura ficou mais alta, dando um ar de robustez extra ao carro, cuja traseira passou a ganhar mais detalhes e um estilo esportivo, algo reforçado por itens como as rodas de aro 16 montadas em pneus 195/55R 16 (Continental Power Contact 2, na unidade avaliada). Com 23 cm a mais que o Onix anterior, o novo tem mais presença, embora o entre-eixos não tenha aumentado muito, passando apenas de 2,53 m para 2,55m.

Ainda por fora, entre os destaques, estão os retrovisores externos com bom ângulo de visão e com a luz embutida do sistema de alerta de ponto cego. Mas bem que a GM poderia oferecer o recolhimento automático, algo cada vez mais útil nas vagas abertas de condomínios e shoppings e que alguns concorrentes têm, entre os quais, o Hyundai HB20 Diamond Plus.

No interior, fica ainda mais evidente o quanto o Chevrolet Onix evoluiu nessa nova geração, principalmente na versão topo de linha. Levaram bastante a sério a questão da segurança, com aviso de cinto desatados para todos os ocupantes, airbags frontais, laterais e de cortina, controles de estabilidade e tração, ancoragem ISOFIX para cadeiras infantis, bancos dianteiros com encostos de cabeças incorporados à estrutura, faróis com refletores duplos, entre outros equipamentos.

Foi a central multimídia que consagrou o primeiro Onix e, nessa nova geração, o compacto passa a ter disponível um dos melhores sistemas do gênero hoje em dia. A tela é de alta resolução e, entre outros recursos, conta com acesso à internet a bordo, o que foi conseguido com uma parceria com a Claro.

Os planos vão de R$ 29,90 a R$ 84,90, oferecendo 2, 5, 10 e 20 GB de capacidade para conexão. Tenho dois filhos adolescentes, que aprovaram a qualidade do sinal, acessando músicas no You Tube. Mas fiquei de olho e notei que há bastante oscilação, chegando a passar de 4G para 3G em alguns momentos. Entretanto, o sistema funciona bem com a antena que capta melhor o sinal do que qualquer aparelho de celular hoje em dia.

O porta-malas de 275 litros, porém, é apenas razoável. E notei que o comando do tipo "um toque" em todas as janelas precisa que o acionamento dos botões seja feito com certa vontade para funcionar. Porém, o acabamento me pareceu adequado para a faixa de preçodo carro e levando em conta o que oferecem os concorrentes. Na unidade avaliada, pintada de branco, parte do painel veio bege e a outra cinza, dando um certo ar de sofisticação.

Como anda o Chevrolet Onix Premier
Chevrolet Onix da nova geração pode ser internet a bordo entre os vários equipamentos sofisticados disponíveis

A versão Premier vem com o novo motor 1.0, de três cilindros, turbo, que rende 116 cv e bons 16,8 kgfm a 2.000 rpm. Pois bem, é moderno e eficiente, com variador de fase na admissão e escape, mas é preciso saber mantê-lo dentro da faixa ideal de utilização, quando responde bem ao comando do acelerador. Isso porque nos pareceu que toda força aparece de uma vez, sempre acima dos 2.000 rpm. Abaixo disso, falta fôlego.

Vale lembrar que avaliamos a versão automática, com caixa de seis marchas, que permite trocas sequenciais, mas apenas por meio de um incômodo botão na própria alavanca, o que acaba desencorajando assumir o controle das trocas. O que pode ajudar é que, pelo menos na estrada, para subir o giro do motor com facilidade, basta dar um rápido toque mais forte o acelerador para provocar uma redução (efeito kick-down). Depois, basta seguir o embalo.

Ao ganhar rotação, aparece aquele ronco característico dos motores de três cilindros, com certo tom esportivo. Mas nessa versão turbo é melhor ir devagar com o andar se não quiser gastar muito combustível. De acordo com o Inmetro, o carro faz 8,3 km/l de etanol na cidade e 10,7 km/l na estrada, dando uma média de 9,5 km/l. Pelo computador de bordo, ficou registrada uma média de 9,6 km/l nos mais de 1.300 km que rodamos.

Com etanol, ainda de acordo com o Inmetro, com apenas etanol no tanque de 44 litros, o carro fica com uma autonomia teórica da estrada de 470,8 km e de 365,2 km na cidade. Com gasolina, esses números passam para 664,4 km e 523,6 km, respectivamente, o que é apenas aceitável. Econômico mesmo é o novo Onix com motor 1.0, aspirado, de três cilindros, um dos 5 modelos que menos gastam hoje em dia no Brasil .

De resto, no que se refere à estabilidade, o carro agrada bastante, transmitindo segurança em qualquer situação. Aliás, dirigir o Chevrolet Onix Premier ficou bem mais agradável na comparação com a geração anterior pela posição de dirigir perfeita, com o ponto H (base do acento) onde sempre deveria estar. Bom também é o volante de três raios de boa empunhadora e a direção precisa, leve nas manobras e que vai ganhando peso com o aumento da velocidade.

Ponto positivo também para os freios, que embora tenham tambores no eixo traseiro sempre mostraram eficiência em todas as situações que enfrentamos com o carro. Há que se elogiar até a calibragem do hidrovácuo, na medida certa, o que permite encontrar a força necessária para uma boa frenagem com facilidade, sem risco de causar trancos. Enfim, qualidades é que não faltam para o Chevrolet Onix se manter no topo da lista dos modelos mais vendidos do País.

Conclusão

O novo Chevrolet Onix Premier acaba de chegar às lojas. Depois de rodar bastante com o carro, o saldo é bastante positivo. Belo design, vários equipamentos sofisticados disponíneis (até internet a bordo) e conjunto bem acertado. Faltam só alguns detalhes para ficar perfeito, como o motor com uma curva de torque mais plana, retrovisores com rebatimento automático e hastes no volante para trocas sequenciais.
Ficha técnica

Chevrolet Onix Premier

Motor: 1.0, três cilindros, turbo, flex

Potência : 116 cv a 5.500 rpm

Torque: 16,8 kgfm (E) / 16,3 (G) a 2.000 rpm

Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira e traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira

Pneus: 195/55 R16

Dimensões: 4,16 m (comprimento) / 1,73 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,55 m (entre-eixos)

Tanque : 44 litros

Porta-malas: 275 litros

Consumo: 12,9 km/l (cidade) /15,1 km/l (estrada) com gasolina

0 a 100 km/h: 10,1 segundos

Vel. Max: 187 km/h

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Honda Biz 125 chega à linha 2020 com novas rodas de liga-leve, cores e grafismos
Motocicleta manteve o preço de R$ 10.077 da linha 2019. O foco da fabricante foram de oferecer um aspecto mais moderno à CUB

A Honda Biz 125 chega à linha 2020 com novas rodas de liga-leve, cores e grafismos, sem alteração de preço dos R$ 10.077 cobrados pela linha 2019. Com mais de 3,5 milhões de unidades vendidas desde 1998, o novo visual chega para oferecer mais estilo, segundo a montadora. Para isso, chegam as opções de cor Branco Perolizado, Cinza Metálico, Vermelho Perolizado e Prata Metálico, nesta última com destaque ao banco na cor azul.

No conjunto mecânico, a Honda Biz 125 utiliza o motor monocilíndrico arrefecido a ar e alimentados por injeção eletrônica PGM-FI, que com 124,9 cc, gera 9,2 cv e 1,04 kgfm. O componente manda o movimento ao câmbio câmbio de quatro marchas com embreagem automática. A moto dispõe da tecnologia FlexOne, que permite uso de etanol e gasolina.

Mais equipamentos
Honda Biz
Painel totalmente digital é um de seus diferenciais ante os rivais
O painel totalmente LCD da Biz 125 , por sua vez, vem com tecnologia blackout de fundo escurecido, pensado para favorecer a visualização das informações. Entre as quais, a luz alerta, que avisa ao condutor quando o estilo de pilotagem contribui para a economia de combustível. Ajuda nessa tarefa as rodas e pneus, aro 17 à frente e 14 atrás, calçadas com pneus Pirelli MT 15.

Entre outros equipamentos, a Honda Biz 125 vem com compartimento sob o assento, capaz de guardar um capacete, com abertura pela chave. Além disso, a motocicleta CUB dispõe de tomada 12V para recarga de dispositivos como celulares e tablets, situada sob o assento, bem como um gancho retrátil pensado para levar mochilas, bolsas ou sacolas de supermercado.

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