Jornal Correio da Paraíba - Veículos - 5 de janeiro de 2020
Veículos - Paraíba: Domingo, 5 de janeiro de 2020 / I1
Mitsubishi Outlander chegará em nova geração, junto com SUV menor e inédito
Após quatro anos da atual geração no mercado brasileiro SUV, ganhará novos equipamentos e uma série de novidades. Saiba mais detalhes
O Mitsubishi Outlander sofreu poucas modificações desde a chegada da atual geração, em 2016. Entretanto, conforme o chefe europeu da fabricante, Bernard Loire, a Mitsubishi lançará a nova geração no segundo semestre de 2020, que será montada em uma plataforma desenvolvida pela aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Além disso, um novo modelo inédito, menor que o Outlander e maior que o Eclipse Cross, será lançado em conjunto.
Entre as maiores mudanças anunciadas, destaca-se o motor híbrido plug-in, que equipará ambos os modelos. Outra revelação dada por Bernard Loire é que a opção de motor a diesel não estará mais disponível, visto que a sua demanda nos países europeus tem diminuído. O novo Mitsubishi Outlander 2020 será construído sobre a plataforma modular CMF C/D, também usado em modelos como o novo Sentra, além dos Renault Espace, Kadjar, Mégane, Koleos e Scénic.
Com a nova plataforma, o SUV híbrido deverá aumentar de tamanho, privilegiando especialmente o espaço para os passageiros da última fileira. No visual, deve receber carroceria mais robusta com linhas retas e teto com efeito flutuante. Junto a isso, os faróis prometem ser divididos, com a assinatura feita por LEDs. Apesar disso, ainda não há confirmações oficiais sobre detalhes mais específicos.
Duas novas versões do Eclipse Cross no Brasil
Mitsubishi Eclipse Cross chega com novos preços para aumentar sua competitividade
Apresentada em dezembro, a nova configuração de entrada do Mitsubishi Eclipse Cross é a GLS. Para ficar mais de R$ 20 mil mais acessível do que a antiga versão inicial HPE-S, o SUV perdeu itens como retrovisores externos com rebatimento elétrico, faróis de LED, teto solar, ar-condicionado de duas zonas, HUD (Head-Up Display), bancos de couro e o pacote tecnológico com ACC e frenagem automática de emergência.
A outra adição na linha é a da versão HPE. Com preço de tabela de R$ 144.990, perde menos equipamentos para as configurações mais caras, preservando os retrovisores com rebatimento elétrico, os bancos de couro com aquecimento, o HUD, e a chave presencial (presente também no Mitsubishi Outlander ), mas deixando de fora o pacote tecnológico. Toda a linha é equipada com o motor 1.5 turbo, de 165 cv.
I2
VW Golf GTI da nova geração será mostrado em Genebra com 290 cv
Próxima geração do hatch médio ainda tem futuro incerto no Brasil; veja
De acordo com fontes internas da Volkswagen consultadas pelo site americano Carscoops, a oitava geração do Golf GT I terá algo em torno de 290 cv de potência - superando por muito os 230 cv da geração que acaba de ser descontinuada no Brasil. O modelo, que já foi visto circulando em testes pela Europa, deverá ser apresentado oficialmente durante o Salão de Genebra (Suíça).
Seguindo a linguagem de design da família GTI , a versão esportiva do Golf poderá contar com as “guelras” de tubarão na base do para-choque dianteiro, com acentuações em LED. Haverá novamente um friso vermelho cortando a grade dianteira, além da entrada de ar bem protuberante. O teto preto acrescentaria um charme inédito, seguindo a projeção elaborada pelo designer Kleber Pinho da Silva.
Segmento em declínio no Brasil
VW Golf GTE híbrido, o último suspiro da sétima geração no Brasil
Quando perguntado sobre a possibilidade de vender a oitava geração do Golf no Brasil, o presidente da VW, Pablo Di Si, não confirmou e nem desconfirmou. Para o desespero daqueles que ainda consideram o prazer de dirigir, a tendência é que a categoria dos hatches médios acabe no Brasil.
O segmento - que já chegou a responder por 6% das vendas do mercado nacional em 2007 - agoniza com apenas 0,23% de participação em 2019. Com o fim da produção do Focus e o encarecimento das versões do Golf, o Chevrolet Cruze é o único destaque da categoria.
I3
Mais detalhes do Peugeot 208 foram revelados antes do Salão de Genebra 2019
Hatchback francês que terá produção na Argentina será idêntico ao vendido no mercado europeu. Logo, será o mesmo do que virá ao Brasil, em 2021
Bem após o vazamento de imagens do novo Peugeot 208, que será apresentado pela primeira vez no Salão de Genebra 2019, entre 7 e 17 de março, eis que mais informações foram reveladas. Segundo apurou o site Argentina Autoblog, o carro chegará com a nova plataforma CMP que equipa o DS3 Crossback, e com isso, ao mesmo tempo que promete se tornar um carro mais leve, deverá ser mais reforçado, bem como receber mais versões de motores que a geração atual.
De acordo com o site oficial da PSA foi dito que o novo 208 terá modelos a combustão, com motores 1.2 e 1.6 litro (aspirados e turboalimentados), elétricos, híbridos plug-in e a diesel. O modelo que será fabricado e vendido por lá é o mesmo que virá ao Brasil, e por sua vez, será idêntico ao do mercado francês. Veremos mais novidades até a sua revelação oficial, no Salão de Genebra 2019 .
Motivos para brilhar no Salão de Genebra 2019
O que os visitantes do Salão de Genebra 2019 poderão atestar é se valeu a pena a PSA investir em mais sofisticação
Divulgação
O que os visitantes do Salão de Genebra 2019 poderão atestar é se valeu a pena a PSA investir em mais sofisticação
O novo Peugeot 208 chama atenção para o estilo inspirado no 508 e pelo formato mais volumoso da carroceria, que segue a tendência bem aceita na Europa. Além disso, parece menor que o atual, bem como traz capô mais alto e dá destaque à área envidraçada. As janelas lembram o Peugeot 308 de segunda geração, especialmente as traseiras, junto com as colunas.
Outro destaque para a novidade fica por conta dos faróis, também similares ao do 508, mas um pouco menores. Neles, estão luzes full LED, com LEDs diurnos triplos, e um prolongamento de luz que desce pelas laterais do para-choque. A grade, por sua vez, é ampla e traz um novo visual com a entrada de ar inferior. Nas laterais, os para-lamas têm molduras pintadas de preto brilhante. Enquanto isso, na parte traseira, virá com lanternas em LED de fundo preto que se funde às duas lentes. O defletor de ar no teto, na versão GT, também vem na mesma cor, com para-choque e difusor de ar com moldura preta ao centro.
Por dentro, os visitantes do Salão de Genebra 2019 poderão conhecer o novo cluster digital e a nova central multimídia, que por sua vez ficaram mais elevados. Elas virão com painel em dois níveis, com comandos cromados, em estilo teclas de piano, como no SUV 3008. Mais abaixo, o console parece ter carregamento de celulares por indução e a alavanca com acionamento elétrico de marchas é a mesma dos Peugeot 3008 e 508. Por fim, o volante quase retangular é semelhante ao do 3008 e não muito diferente do usado no 208 atual.
I4
Linha 2020 da Volkswagen Amarok; confira os preços
Picape média estreou mudanças pontuais
A Volkswagen Amarok 2020 chegou às concessionárias exibindo alterações estéticas e de equipamentos. Entre as novidades, a Amarok V6 Extreme ganhou um novo defletor dianteiro na cor da carroceria e as rodas “Rawson” de 18″. Outra mudança está na configuração V6 Highline, agora trazendo as rodas de 19″ “Milford”oferecidas opcionalmente – também encontradas na Highline 2.0 turbo.
Item de série nas versões Comfortline, Highline, V6 Highline, V6 Extreme e um opcional na Amarok SE, agora o pacote do protetor da caçamba passa a incorporar o protetor antifurto do estepe, com cinco níveis de proteção.
Um novo pacote opcional para todas as versões Comfortline e Highline reúne a capota marítima e os estribos laterais. Este último, de fábrica na Extreme, mas a capota marítima é um opcional.
A Amarok V6 Extreme e V6 Highline são equipadas com motor V6 3.0 e câmbio automático de oito marchas para entregar de 225 cv de potência e 56,08 kgfm de torque. Esse conjunto permite acelerar de 0 a 100 km/h em 8 segundos e atingir 190 km/h de velocidade máxima.
Já as configurações Comfortline e Highline automáticas trazem um motor de quatro cilindros biturbo de 180 cv e 42,82 kgfm. Esse propulsor também está presente na Amarok SE, com transmissão manual de seis marchas. A configuração S, voltada para o trabalho, esconde sob o capô um motor turbodiesel de 140 cv e tem caixa manual.
Confira os preços:
Amarok S turbo cabine simples manual 4×4: R$ 130.590
Amarok SE biturbo cabine dupla automática manual 4×4: R$ 156.290
Amarok Comfortline biturbo automática 4×4: R$ 177.980
Amarok Highline biturbo automática 4×4: R$ 193.380
Amarok V6 Highline automática 4×4: R$ 199.280
Amarok V6 Extreme automática 4×4: R$ 210.280
I5
Renault Logan 1.6 Zen manual tem o melhor custo-benefício da categoria?
Sedã compacto parte de R$ 59.490 e traz apenas o básico; veja impressões
O fenômeno dos carros automáticos veio para ficar em todo o mundo. Nos Estados Unidos, veículos manuais já são vendidos com um folheto de instruções para ensinar aos ‘millennials’ que é preciso afundar o pedal da embreagem (três pedais, oi?) para se locomover. A situação não é diferente no Brasil, onde carros automáticos já igualaram os números dos manuais - muito por conta das vendas PcD, que já correspondem a 13% do mercado.
Mas muitas pessoas ainda preferem o modo ‘old-school’ e acham que não trocar de marcha é uma vaidade. E de fato, os manuais são muito mais baratos, práticos e econômicos que os automáticos. Uma boa prova disso é o Renault Logan 1.6 Zen da avaliação de hoje.
Neste pacote, há sensor de estacionamento traseiro e central multimídia Media NAV com Apple CarPlay e Android Auto, mas carece de retrovisores elétricos, câmera de ré e faróis de neblina. Ou seja, sem vaidades.
O volante multifuncional é do Clio europeu, mas a Renault perdeu a oportunidade de aproveitá-lo. Os comandos de áudio continuam em um apêndice ao lado da coluna de direção. Não gosto, mas já acostumei.
Não dá para dizer que o acabamento do Logan é capaz de encher os olhos, mas o sedã é muito bem montado. Os encaixes são precisos e sem rebarbas, como um bom veículo que aposta na relação custo-benefício para conquistar o público.
O Logan é, de fato, um carro de tamanho considerável, e talvez o único de sua categoria capaz de levar cinco ocupantes sem muito aperto - ainda que sentar no meio do banco traseiro seja uma posição ingrata. Ele tem 2,63 metros de entre-eixos (ante apenas 2,46 m do Volkswagen Voyage) e 1,73 metros de largura (contra 1,65). Não à toa, é o queridinho dos motoristas de aplicativo.
O porta-malas também é um ponto a favor deste espaçoso Renault. São 510 litros de capacidade, superando por muito os 480 litros do Voyage e os 379 litros do antigo Fiesta Sedan. Sua abertura ainda conta com alças “pescoço de ganso” que roubam um pouco da área útil, mas continua sendo um verdadeiro latifúndio.
Condução enxuta
O cluster do Renault Logan tem uma pequena tela de bordo; funcionalidades são limitadas
A dirigibilidade do Renault Logan 1.6 manual tem alguns prós e contras bem pontuais. Para começar, a direção é eletro-hidráulica, passando o “rebote” das imperfeições do solo para a mãos do motorista. Isso também faz com que ela seja um tanto quanto pesada na comparação com o VW Voyag e, dificultando na hora de manobrar.
Eis uma boa notícia para você que precisa de mais um motivo para desconsiderar o Logan CVT: o modelo manual não teve sua suspensão elevada. Do ponto de vista estético, ele fica mais equilibrado sem aquele visual de “Stepway”. Para sua dirigibilidade, garante um comportamento mais estável. Infelizmente, não há controle de estabilidade e tração nas versões manuais.
O motor 1.6 de 116 cv de potência a 5.500 rpm e 16 kgfm de torque a 4.000 rpm se mostra adequado para um carro de apenas 1080 kg. Há disposição de sobra para enfrentar subidas (mesmo com o carro cheio) e retomadas na estrada, mas o câmbio manual ainda não fica livre de críticas.
Apesar do escalonamento curto, a transmissão de cinco marchas poderia ter engates mais macios e precisos (ponto para o Voyage). De acordo com o Inmetro, o Logan manual pode anotar 8,7 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada com etanol, além de 13 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada com gasolina.
Por R$ 59.490, o Renault Logan 1.6 Zen com câmbio manual reafirma seu foco na relação custo-benefício. É um carro básico, sem retrovisores elétricos, controle de estabilidade e volante multifuncional, mas suas qualidades se destacam pela etiqueta.
Motor: 1.6, quatro cilindros, flex
Potência: 118 cv (E)/ 115 (G) a 5.500 rpm
Torque: 16 kgfm a 4.000 rpm
Transmissão: manual, seis marchas, tração dianteira
Suspensão: independente (dianteira), eixo de torção (traseira)
Pneus: 205/55 R16
Porta-malas: 510 litros
Dimensões: 4,35 metros (comprimento), 1,73 m (largura), 1,57 m (altura), 2,64 m (entre-eixos)
0 a 100 km/h: 11,2 segundos
Vel. Máx: 177 km/h
Autonomia: 585 km (cidade), 670 km (estrada)
I6
Meses após registro no Brasil, esportiva Suzuki Katana terá motor 125 cc
Esportiva retrô ficará mais acessível, misturando visual da Suzuki Katana de maior cilindrada com a mecânica da naked urbana GSX-S125
Um ícone dos anos 80, a Suzuki Katana retornou em outubro de 2018, com tecnologias modernas. Então, eis que, agora, o motor de 125 cc da GSX-S125 está em vias de ser equipado no modelo, em uma nova versão mais em conta. Se a naked esportiva com o motor maior (de 999 cc) foi anunciada para vir ao Brasil — após suas patentes de projeto, design e componentes terem sido publicadas na revista do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no primeiro trimestre do ano passado — será que também teremos a sua versão mais em conta?
Segundo o que foi divulgado pela fabricante japonesa para o Japão (primeiro mercado em que será comercializada), ainda deverá demorar um pouco até que o desenvolvimento da Suzuki Katana de baixa cilindrada seja concluído. Entretanto, os executivos têm os mercados emergentes como o próximo foco, o que pode incluir o Brasil. Uma vez no País, deverá concorrer com a Yamaha Fazer 150 (R$ 11.190) e até com a CG 160 Titan (R$ 11.060), mesmo que sua proposta ainda seja calcada em uma moto esportiva .
A única incerteza sobre a sua chegada paira sobre o domínio da Suzuki motos no Brasil.
Desde que o Grupo J. Toledo — responsável por trazer a Suzuki ao Brasil — assumiu as operações da chinesa Haojue em 2016 — marca de baixo custo da Suzuki, que utiliza componentes mecânicos em suas motos — apenas modelos maiores e mais caros restaram no lineup da fabricante japonesa. Logo, será que abrirão uma exceção para a novidade? Ela certamente assumiria um papel importante no montante de vendas da marca no Brasil.
Por iG Carros | 02/01/2020 13:58 - Atualizada às 02/01/2020 14:19
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Esportiva retrô ficará mais acessível, misturando visual da Suzuki Katana de maior cilindrada com a mecânica da naked urbana GSX-S125
Suzuki Katana
Divulgação
Repare no visual do Suzuki Katana. Remonta o modelo clássico, mas adiciona modernidade
Um ícone dos anos 80, a Suzuki Katana retornou em outubro de 2018, com tecnologias modernas. Então, eis que, agora, o motor de 125 cc da GSX-S125 está em vias de ser equipado no modelo, em uma nova versão mais em conta. Se a naked esportiva com o motor maior (de 999 cc) foi anunciada para vir ao Brasil — após suas patentes de projeto, design e componentes terem sido publicadas na revista do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no primeiro trimestre do ano passado — será que também teremos a sua versão mais em conta?
LEIA MAIS: Novo Suzuki Burgan Street 150 deve ser mostrado em fevereiro
Segundo o que foi divulgado pela fabricante japonesa para o Japão (primeiro mercado em que será comercializada), ainda deverá demorar um pouco até que o desenvolvimento da Suzuki Katana de baixa cilindrada seja concluído. Entretanto, os executivos têm os mercados emergentes como o próximo foco, o que pode incluir o Brasil. Uma vez no País, deverá concorrer com a Yamaha Fazer 150 (R$ 11.190) e até com a CG 160 Titan (R$ 11.060), mesmo que sua proposta ainda seja calcada em uma moto esportiva .
O cluster do Suzuki Katana é digital e multifuncional, com o objetivo de facilitar a vida do condutor. Foto: DivulgaçãoSuzuki Katana foi apresentada no ano passado, na Alemanha. Antes do que a gente pensa, deverá estar em circulação. Foto: DivulgaçãoExibindo uma rabeta curta, o design segue esportivo inclusive na traseira do Suzuki Katana. Foto: DivulgaçãoRepare no visual do Suzuki Katana. Remonta o modelo clássico, mas adiciona modernidade. Foto: DivulgaçãoOnde tudo começou para a Suzuki Katana. Nos anos 80, era referência em estilo, esportividade e exclusividade. Foto: Divulgação
O cluster do Suzuki Katana é digital e multifuncional, com o objetivo de facilitar a vida do condutor. Foto: Divulgação
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A única incerteza sobre a sua chegada paira sobre o domínio da Suzuki motos no Brasil.
Desde que o Grupo J. Toledo — responsável por trazer a Suzuki ao Brasil — assumiu as operações da chinesa Haojue em 2016 — marca de baixo custo da Suzuki, que utiliza componentes mecânicos em suas motos — apenas modelos maiores e mais caros restaram no lineup da fabricante japonesa. Logo, será que abrirão uma exceção para a novidade? Ela certamente assumiria um papel importante no montante de vendas da marca no Brasil.
Mais a fundo sobre a Suzuki Katana
Suzuki Katana de baixa cilindrada usará o conjunto mecânico da Suzuki GSX-S125 (Foto)
Apesar do motor ter 125 cc, desenvolve uma potência similar aos 150 cc e aos 160 cc das motos urbanas do mercado brasileiro. São 14,5 cv da Suzuki, ante 15,1 cv da Honda CG 160 e 12,4 cv da Yamaha Fazer 150, por exemplo. Além disso, seu projeto deverá se desenvolver a partir de um híbrido entre a Katana de maior cilindrada e a Suzuki GSX-S125 . Logo, deverá ter câmbio de seis marchas, suspensão telescópica na frente e do tipo link atrás, bem como pesar cerca de 133 kg.
No âmbito visual, farol quadrado em destaque, com luzes de LED e a traseira curta, com lanterna de três pontas. Essencialmente, as suas linhas segue o padrão dos anos 80, mas conforme a releitura moderna, terá vincos profundos e linhas que sobem no tanque e na carenagem.
Enquanto isso, a sua “irmã” com motor maior é equipada com motor de quatro cilindros e 999 cc emprestado da GSX-R1000 K5, que entrega bons 150 cv e passa dos 10.000 rpm. Para transferir essa força ao solo, a nova Katana dispõe de controle de tração e embreagem deslizante.
O seu peso de apenas 215 kg é garantido pelos seus componentes leves e o seu pequeno tanque, de apenas 12 litros. Como as esportivas, a Suzuki Katana tem freios Brembo com ABS, que traz disco de 310 mm na frente e 250 mm atrás, além de bengalas invertidas com regulagem na suspensão dianteira e amortecedor regulável simples atrás.
Mitsubishi Outlander chegará em nova geração, junto com SUV menor e inédito
Após quatro anos da atual geração no mercado brasileiro SUV, ganhará novos equipamentos e uma série de novidades. Saiba mais detalhes
O Mitsubishi Outlander sofreu poucas modificações desde a chegada da atual geração, em 2016. Entretanto, conforme o chefe europeu da fabricante, Bernard Loire, a Mitsubishi lançará a nova geração no segundo semestre de 2020, que será montada em uma plataforma desenvolvida pela aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Além disso, um novo modelo inédito, menor que o Outlander e maior que o Eclipse Cross, será lançado em conjunto.
Entre as maiores mudanças anunciadas, destaca-se o motor híbrido plug-in, que equipará ambos os modelos. Outra revelação dada por Bernard Loire é que a opção de motor a diesel não estará mais disponível, visto que a sua demanda nos países europeus tem diminuído. O novo Mitsubishi Outlander 2020 será construído sobre a plataforma modular CMF C/D, também usado em modelos como o novo Sentra, além dos Renault Espace, Kadjar, Mégane, Koleos e Scénic.
Com a nova plataforma, o SUV híbrido deverá aumentar de tamanho, privilegiando especialmente o espaço para os passageiros da última fileira. No visual, deve receber carroceria mais robusta com linhas retas e teto com efeito flutuante. Junto a isso, os faróis prometem ser divididos, com a assinatura feita por LEDs. Apesar disso, ainda não há confirmações oficiais sobre detalhes mais específicos.
Duas novas versões do Eclipse Cross no Brasil
Mitsubishi Eclipse Cross chega com novos preços para aumentar sua competitividade
Apresentada em dezembro, a nova configuração de entrada do Mitsubishi Eclipse Cross é a GLS. Para ficar mais de R$ 20 mil mais acessível do que a antiga versão inicial HPE-S, o SUV perdeu itens como retrovisores externos com rebatimento elétrico, faróis de LED, teto solar, ar-condicionado de duas zonas, HUD (Head-Up Display), bancos de couro e o pacote tecnológico com ACC e frenagem automática de emergência.
A outra adição na linha é a da versão HPE. Com preço de tabela de R$ 144.990, perde menos equipamentos para as configurações mais caras, preservando os retrovisores com rebatimento elétrico, os bancos de couro com aquecimento, o HUD, e a chave presencial (presente também no Mitsubishi Outlander ), mas deixando de fora o pacote tecnológico. Toda a linha é equipada com o motor 1.5 turbo, de 165 cv.
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VW Golf GTI da nova geração será mostrado em Genebra com 290 cv
Próxima geração do hatch médio ainda tem futuro incerto no Brasil; veja
De acordo com fontes internas da Volkswagen consultadas pelo site americano Carscoops, a oitava geração do Golf GT I terá algo em torno de 290 cv de potência - superando por muito os 230 cv da geração que acaba de ser descontinuada no Brasil. O modelo, que já foi visto circulando em testes pela Europa, deverá ser apresentado oficialmente durante o Salão de Genebra (Suíça).
Seguindo a linguagem de design da família GTI , a versão esportiva do Golf poderá contar com as “guelras” de tubarão na base do para-choque dianteiro, com acentuações em LED. Haverá novamente um friso vermelho cortando a grade dianteira, além da entrada de ar bem protuberante. O teto preto acrescentaria um charme inédito, seguindo a projeção elaborada pelo designer Kleber Pinho da Silva.
Segmento em declínio no Brasil
VW Golf GTE híbrido, o último suspiro da sétima geração no Brasil
Quando perguntado sobre a possibilidade de vender a oitava geração do Golf no Brasil, o presidente da VW, Pablo Di Si, não confirmou e nem desconfirmou. Para o desespero daqueles que ainda consideram o prazer de dirigir, a tendência é que a categoria dos hatches médios acabe no Brasil.
O segmento - que já chegou a responder por 6% das vendas do mercado nacional em 2007 - agoniza com apenas 0,23% de participação em 2019. Com o fim da produção do Focus e o encarecimento das versões do Golf, o Chevrolet Cruze é o único destaque da categoria.
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Mais detalhes do Peugeot 208 foram revelados antes do Salão de Genebra 2019
Hatchback francês que terá produção na Argentina será idêntico ao vendido no mercado europeu. Logo, será o mesmo do que virá ao Brasil, em 2021
Bem após o vazamento de imagens do novo Peugeot 208, que será apresentado pela primeira vez no Salão de Genebra 2019, entre 7 e 17 de março, eis que mais informações foram reveladas. Segundo apurou o site Argentina Autoblog, o carro chegará com a nova plataforma CMP que equipa o DS3 Crossback, e com isso, ao mesmo tempo que promete se tornar um carro mais leve, deverá ser mais reforçado, bem como receber mais versões de motores que a geração atual.
De acordo com o site oficial da PSA foi dito que o novo 208 terá modelos a combustão, com motores 1.2 e 1.6 litro (aspirados e turboalimentados), elétricos, híbridos plug-in e a diesel. O modelo que será fabricado e vendido por lá é o mesmo que virá ao Brasil, e por sua vez, será idêntico ao do mercado francês. Veremos mais novidades até a sua revelação oficial, no Salão de Genebra 2019 .
Motivos para brilhar no Salão de Genebra 2019
O que os visitantes do Salão de Genebra 2019 poderão atestar é se valeu a pena a PSA investir em mais sofisticação
Divulgação
O que os visitantes do Salão de Genebra 2019 poderão atestar é se valeu a pena a PSA investir em mais sofisticação
O novo Peugeot 208 chama atenção para o estilo inspirado no 508 e pelo formato mais volumoso da carroceria, que segue a tendência bem aceita na Europa. Além disso, parece menor que o atual, bem como traz capô mais alto e dá destaque à área envidraçada. As janelas lembram o Peugeot 308 de segunda geração, especialmente as traseiras, junto com as colunas.
Outro destaque para a novidade fica por conta dos faróis, também similares ao do 508, mas um pouco menores. Neles, estão luzes full LED, com LEDs diurnos triplos, e um prolongamento de luz que desce pelas laterais do para-choque. A grade, por sua vez, é ampla e traz um novo visual com a entrada de ar inferior. Nas laterais, os para-lamas têm molduras pintadas de preto brilhante. Enquanto isso, na parte traseira, virá com lanternas em LED de fundo preto que se funde às duas lentes. O defletor de ar no teto, na versão GT, também vem na mesma cor, com para-choque e difusor de ar com moldura preta ao centro.
Por dentro, os visitantes do Salão de Genebra 2019 poderão conhecer o novo cluster digital e a nova central multimídia, que por sua vez ficaram mais elevados. Elas virão com painel em dois níveis, com comandos cromados, em estilo teclas de piano, como no SUV 3008. Mais abaixo, o console parece ter carregamento de celulares por indução e a alavanca com acionamento elétrico de marchas é a mesma dos Peugeot 3008 e 508. Por fim, o volante quase retangular é semelhante ao do 3008 e não muito diferente do usado no 208 atual.
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Linha 2020 da Volkswagen Amarok; confira os preços
Picape média estreou mudanças pontuais
A Volkswagen Amarok 2020 chegou às concessionárias exibindo alterações estéticas e de equipamentos. Entre as novidades, a Amarok V6 Extreme ganhou um novo defletor dianteiro na cor da carroceria e as rodas “Rawson” de 18″. Outra mudança está na configuração V6 Highline, agora trazendo as rodas de 19″ “Milford”oferecidas opcionalmente – também encontradas na Highline 2.0 turbo.
Item de série nas versões Comfortline, Highline, V6 Highline, V6 Extreme e um opcional na Amarok SE, agora o pacote do protetor da caçamba passa a incorporar o protetor antifurto do estepe, com cinco níveis de proteção.
Um novo pacote opcional para todas as versões Comfortline e Highline reúne a capota marítima e os estribos laterais. Este último, de fábrica na Extreme, mas a capota marítima é um opcional.
A Amarok V6 Extreme e V6 Highline são equipadas com motor V6 3.0 e câmbio automático de oito marchas para entregar de 225 cv de potência e 56,08 kgfm de torque. Esse conjunto permite acelerar de 0 a 100 km/h em 8 segundos e atingir 190 km/h de velocidade máxima.
Já as configurações Comfortline e Highline automáticas trazem um motor de quatro cilindros biturbo de 180 cv e 42,82 kgfm. Esse propulsor também está presente na Amarok SE, com transmissão manual de seis marchas. A configuração S, voltada para o trabalho, esconde sob o capô um motor turbodiesel de 140 cv e tem caixa manual.
Confira os preços:
Amarok S turbo cabine simples manual 4×4: R$ 130.590
Amarok SE biturbo cabine dupla automática manual 4×4: R$ 156.290
Amarok Comfortline biturbo automática 4×4: R$ 177.980
Amarok Highline biturbo automática 4×4: R$ 193.380
Amarok V6 Highline automática 4×4: R$ 199.280
Amarok V6 Extreme automática 4×4: R$ 210.280
I5
Renault Logan 1.6 Zen manual tem o melhor custo-benefício da categoria?
Sedã compacto parte de R$ 59.490 e traz apenas o básico; veja impressões
O fenômeno dos carros automáticos veio para ficar em todo o mundo. Nos Estados Unidos, veículos manuais já são vendidos com um folheto de instruções para ensinar aos ‘millennials’ que é preciso afundar o pedal da embreagem (três pedais, oi?) para se locomover. A situação não é diferente no Brasil, onde carros automáticos já igualaram os números dos manuais - muito por conta das vendas PcD, que já correspondem a 13% do mercado.
Mas muitas pessoas ainda preferem o modo ‘old-school’ e acham que não trocar de marcha é uma vaidade. E de fato, os manuais são muito mais baratos, práticos e econômicos que os automáticos. Uma boa prova disso é o Renault Logan 1.6 Zen da avaliação de hoje.
Neste pacote, há sensor de estacionamento traseiro e central multimídia Media NAV com Apple CarPlay e Android Auto, mas carece de retrovisores elétricos, câmera de ré e faróis de neblina. Ou seja, sem vaidades.
O volante multifuncional é do Clio europeu, mas a Renault perdeu a oportunidade de aproveitá-lo. Os comandos de áudio continuam em um apêndice ao lado da coluna de direção. Não gosto, mas já acostumei.
Não dá para dizer que o acabamento do Logan é capaz de encher os olhos, mas o sedã é muito bem montado. Os encaixes são precisos e sem rebarbas, como um bom veículo que aposta na relação custo-benefício para conquistar o público.
O Logan é, de fato, um carro de tamanho considerável, e talvez o único de sua categoria capaz de levar cinco ocupantes sem muito aperto - ainda que sentar no meio do banco traseiro seja uma posição ingrata. Ele tem 2,63 metros de entre-eixos (ante apenas 2,46 m do Volkswagen Voyage) e 1,73 metros de largura (contra 1,65). Não à toa, é o queridinho dos motoristas de aplicativo.
O porta-malas também é um ponto a favor deste espaçoso Renault. São 510 litros de capacidade, superando por muito os 480 litros do Voyage e os 379 litros do antigo Fiesta Sedan. Sua abertura ainda conta com alças “pescoço de ganso” que roubam um pouco da área útil, mas continua sendo um verdadeiro latifúndio.
Condução enxuta
O cluster do Renault Logan tem uma pequena tela de bordo; funcionalidades são limitadas
A dirigibilidade do Renault Logan 1.6 manual tem alguns prós e contras bem pontuais. Para começar, a direção é eletro-hidráulica, passando o “rebote” das imperfeições do solo para a mãos do motorista. Isso também faz com que ela seja um tanto quanto pesada na comparação com o VW Voyag e, dificultando na hora de manobrar.
Eis uma boa notícia para você que precisa de mais um motivo para desconsiderar o Logan CVT: o modelo manual não teve sua suspensão elevada. Do ponto de vista estético, ele fica mais equilibrado sem aquele visual de “Stepway”. Para sua dirigibilidade, garante um comportamento mais estável. Infelizmente, não há controle de estabilidade e tração nas versões manuais.
O motor 1.6 de 116 cv de potência a 5.500 rpm e 16 kgfm de torque a 4.000 rpm se mostra adequado para um carro de apenas 1080 kg. Há disposição de sobra para enfrentar subidas (mesmo com o carro cheio) e retomadas na estrada, mas o câmbio manual ainda não fica livre de críticas.
Apesar do escalonamento curto, a transmissão de cinco marchas poderia ter engates mais macios e precisos (ponto para o Voyage). De acordo com o Inmetro, o Logan manual pode anotar 8,7 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada com etanol, além de 13 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada com gasolina.
Por R$ 59.490, o Renault Logan 1.6 Zen com câmbio manual reafirma seu foco na relação custo-benefício. É um carro básico, sem retrovisores elétricos, controle de estabilidade e volante multifuncional, mas suas qualidades se destacam pela etiqueta.
Motor: 1.6, quatro cilindros, flex
Potência: 118 cv (E)/ 115 (G) a 5.500 rpm
Torque: 16 kgfm a 4.000 rpm
Transmissão: manual, seis marchas, tração dianteira
Suspensão: independente (dianteira), eixo de torção (traseira)
Pneus: 205/55 R16
Porta-malas: 510 litros
Dimensões: 4,35 metros (comprimento), 1,73 m (largura), 1,57 m (altura), 2,64 m (entre-eixos)
0 a 100 km/h: 11,2 segundos
Vel. Máx: 177 km/h
Autonomia: 585 km (cidade), 670 km (estrada)
I6
Meses após registro no Brasil, esportiva Suzuki Katana terá motor 125 cc
Esportiva retrô ficará mais acessível, misturando visual da Suzuki Katana de maior cilindrada com a mecânica da naked urbana GSX-S125
Um ícone dos anos 80, a Suzuki Katana retornou em outubro de 2018, com tecnologias modernas. Então, eis que, agora, o motor de 125 cc da GSX-S125 está em vias de ser equipado no modelo, em uma nova versão mais em conta. Se a naked esportiva com o motor maior (de 999 cc) foi anunciada para vir ao Brasil — após suas patentes de projeto, design e componentes terem sido publicadas na revista do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no primeiro trimestre do ano passado — será que também teremos a sua versão mais em conta?
Segundo o que foi divulgado pela fabricante japonesa para o Japão (primeiro mercado em que será comercializada), ainda deverá demorar um pouco até que o desenvolvimento da Suzuki Katana de baixa cilindrada seja concluído. Entretanto, os executivos têm os mercados emergentes como o próximo foco, o que pode incluir o Brasil. Uma vez no País, deverá concorrer com a Yamaha Fazer 150 (R$ 11.190) e até com a CG 160 Titan (R$ 11.060), mesmo que sua proposta ainda seja calcada em uma moto esportiva .
A única incerteza sobre a sua chegada paira sobre o domínio da Suzuki motos no Brasil.
Desde que o Grupo J. Toledo — responsável por trazer a Suzuki ao Brasil — assumiu as operações da chinesa Haojue em 2016 — marca de baixo custo da Suzuki, que utiliza componentes mecânicos em suas motos — apenas modelos maiores e mais caros restaram no lineup da fabricante japonesa. Logo, será que abrirão uma exceção para a novidade? Ela certamente assumiria um papel importante no montante de vendas da marca no Brasil.
Por iG Carros | 02/01/2020 13:58 - Atualizada às 02/01/2020 14:19
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Esportiva retrô ficará mais acessível, misturando visual da Suzuki Katana de maior cilindrada com a mecânica da naked urbana GSX-S125
Suzuki Katana
Divulgação
Repare no visual do Suzuki Katana. Remonta o modelo clássico, mas adiciona modernidade
Um ícone dos anos 80, a Suzuki Katana retornou em outubro de 2018, com tecnologias modernas. Então, eis que, agora, o motor de 125 cc da GSX-S125 está em vias de ser equipado no modelo, em uma nova versão mais em conta. Se a naked esportiva com o motor maior (de 999 cc) foi anunciada para vir ao Brasil — após suas patentes de projeto, design e componentes terem sido publicadas na revista do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no primeiro trimestre do ano passado — será que também teremos a sua versão mais em conta?
LEIA MAIS: Novo Suzuki Burgan Street 150 deve ser mostrado em fevereiro
Segundo o que foi divulgado pela fabricante japonesa para o Japão (primeiro mercado em que será comercializada), ainda deverá demorar um pouco até que o desenvolvimento da Suzuki Katana de baixa cilindrada seja concluído. Entretanto, os executivos têm os mercados emergentes como o próximo foco, o que pode incluir o Brasil. Uma vez no País, deverá concorrer com a Yamaha Fazer 150 (R$ 11.190) e até com a CG 160 Titan (R$ 11.060), mesmo que sua proposta ainda seja calcada em uma moto esportiva .
O cluster do Suzuki Katana é digital e multifuncional, com o objetivo de facilitar a vida do condutor. Foto: DivulgaçãoSuzuki Katana foi apresentada no ano passado, na Alemanha. Antes do que a gente pensa, deverá estar em circulação. Foto: DivulgaçãoExibindo uma rabeta curta, o design segue esportivo inclusive na traseira do Suzuki Katana. Foto: DivulgaçãoRepare no visual do Suzuki Katana. Remonta o modelo clássico, mas adiciona modernidade. Foto: DivulgaçãoOnde tudo começou para a Suzuki Katana. Nos anos 80, era referência em estilo, esportividade e exclusividade. Foto: Divulgação
O cluster do Suzuki Katana é digital e multifuncional, com o objetivo de facilitar a vida do condutor. Foto: Divulgação
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A única incerteza sobre a sua chegada paira sobre o domínio da Suzuki motos no Brasil.
Desde que o Grupo J. Toledo — responsável por trazer a Suzuki ao Brasil — assumiu as operações da chinesa Haojue em 2016 — marca de baixo custo da Suzuki, que utiliza componentes mecânicos em suas motos — apenas modelos maiores e mais caros restaram no lineup da fabricante japonesa. Logo, será que abrirão uma exceção para a novidade? Ela certamente assumiria um papel importante no montante de vendas da marca no Brasil.
Mais a fundo sobre a Suzuki Katana
Suzuki Katana de baixa cilindrada usará o conjunto mecânico da Suzuki GSX-S125 (Foto)
Apesar do motor ter 125 cc, desenvolve uma potência similar aos 150 cc e aos 160 cc das motos urbanas do mercado brasileiro. São 14,5 cv da Suzuki, ante 15,1 cv da Honda CG 160 e 12,4 cv da Yamaha Fazer 150, por exemplo. Além disso, seu projeto deverá se desenvolver a partir de um híbrido entre a Katana de maior cilindrada e a Suzuki GSX-S125 . Logo, deverá ter câmbio de seis marchas, suspensão telescópica na frente e do tipo link atrás, bem como pesar cerca de 133 kg.
No âmbito visual, farol quadrado em destaque, com luzes de LED e a traseira curta, com lanterna de três pontas. Essencialmente, as suas linhas segue o padrão dos anos 80, mas conforme a releitura moderna, terá vincos profundos e linhas que sobem no tanque e na carenagem.
Enquanto isso, a sua “irmã” com motor maior é equipada com motor de quatro cilindros e 999 cc emprestado da GSX-R1000 K5, que entrega bons 150 cv e passa dos 10.000 rpm. Para transferir essa força ao solo, a nova Katana dispõe de controle de tração e embreagem deslizante.
O seu peso de apenas 215 kg é garantido pelos seus componentes leves e o seu pequeno tanque, de apenas 12 litros. Como as esportivas, a Suzuki Katana tem freios Brembo com ABS, que traz disco de 310 mm na frente e 250 mm atrás, além de bengalas invertidas com regulagem na suspensão dianteira e amortecedor regulável simples atrás.
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